Alegria em confessar a fé!

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Há algum tempo atrás, em um Serviço Divino, o Apóstolo Maior enfatizava a importância de confessar nossa fé no convívio diário. Falar com as pessoas com quem trabalhamos ou com pessoas da nossa família sobre nossas experiências de fé, semeando assim algo no coração delas.

Refleti sobre essas palavras e desde então tenho pedido a Deus que me ilumine e dê a possibilidade de falar sobre a fé, o Evangelho, os Apóstolos e o ansiado retorno de Cristo...

Vivo sozinha. Falta-me alguém para conversar, trocar ideias... Quando estou com pessoas, tenho que me cuidar para não “falar demais”... É a forma que tenho para suprir a falta de um diálogo. Por outro lado, não posso me queixar de não ter “alguém” para me ouvir. Falo muito com Deus e sinto a Sua presença ao meu lado, estou cem por cento convicta disso e posso afirmar que este sentimento é maravilhoso. Sugiro que cada um faça essa experiência. Deus nos ouve, se realmente falamos com Ele de coração e alma.

Para me cuidar, faço algumas terapias para manter a saúde do corpo em dia. A terapeuta, uma pessoa muito amável, competente, conversa comigo e sempre me pergunta: “Como você está?”. Nessa ocasião tivemos oportunidade de iniciar uma conversa que se estendeu ao longo daquela hora. Falávamos sobre culturas diferentes, o respeito que temos que ter pelas pessoas, suas maneiras distintas de pensar e viver, etc...

Os assuntos foram se direcionando para a fé. Ela relatava que passou por várias religiões diferentes, vivenciou muitas frustrações e angústias em cada uma delas, mas que no momento achava que estava no caminho certo. Prestei muita atenção em suas experiências de fé. Quando terminou, comecei a falar sobre a minha fé. Comecei dizendo que sou novo-apostólica desde que nasci e que nunca tive dúvidas ou frustrações com relação à minha fé, que procuro seguir o Evangelho deixado por Jesus Cristo, apesar de não ser uma missão fácil, especialmente quando nos lembramos do mandamento: “Amai ao próximo como a ti mesmo!” Também falei que esperamos o retorno de Cristo e nos preparamos para esse dia. Num determinado momento eu disse que “falo muito com Deus e sei que Ele me ouve!”. Ela acrescentou então: “isso se chama fé!”.  “Sim”, eu disse a ela. Fiquei emocionada por um instante, pois a alegria de confessar minha fé foi muito especial nessa ocasião.

Não quero me vangloriar por isso. Foi tudo muito espontâneo e sincero. Uma conversa que vou levar como mais uma bela “experiência de fé” em minha vida espiritual.