O Apóstolo Homburg relata um acontecimento de suas viagens à Rússia!

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Alguns irmãos foram convidados para serem missionários na Rússia. Todos tinham conseguido um tradutor/intérprete, menos o Apóstolo.

 

Colocaram um anúncio no jornal e um tradutor apareceu. Falou-se com ele sobre o trabalho que o esperava e ele logo disse: “não, não, eu sou ateu e não posso ser o seu tradutor.” O Apóstolo lhe respondeu que não havia encontrado outra pessoa e que esse tradutor precisaria trabalhar para ele. Ele precisaria somente fazer o seu serviço e seria pago por isso. Por fim, o tradutor deixou-se convencer. Como meta para o seu trabalho missionário, o Apóstolo tinha escolhido um determinado lugar. Queria encontrar pessoas, falar sobre a obra de Deus e sobre os Apóstolos ativos hoje em dia. Ele tinha o desejo de que nesse lugar pudesse futuramente existir uma congregação. Eles se dirigiram para o lugar numa van. Quando lá chegaram, havia uma avenida principal nesse lugar. Através dela entraram num vilarejo. A rua começou a se tornar cada vez mais estreita. Continuaram nela e cada vez mais estreita ficava, até que puderam reconhecer que se tratava de uma rua sem saída. Não dava para continuar adiante. A rua se tornou tão estreita entre as casas, que mal podiam abrir as portas. O Apóstolo queria então dar a marcha à ré para retornar, mas a marcha não queria engatar. Tentava-se e tentava-se novamente. Tanto o Apóstolo como o tradutor/intérprete tentavam, e nada. Sem sucesso. Depois de uma meia hora de tentativas infrutíferas, o Apóstolo Homburg disse: “Agora só orar ajuda! Vamos pedir ajuda ao amado Deus, que Ele nos ajude”. Quando o Apóstolo disse isso, viu que o tradutor/intérprete encostou-se ao banco e queria acender um cigarro, como se pensasse em fazer uma pausa.

Nesse momento o Apóstolo disse a ele: “Se quisermos sair daqui agora e orarmos por isso – então temos que orar em conjunto. O senhor é meu tradutor/intérprete, estou pagando pelos seus serviços e então oraremos juntos. E quando eu disser “amém”, o senhor também dirá “amém”.

O tradutor/intérprete (lembrando que ele era ateísta) olhou surpreso, mas disse as palavras. O Apóstolo orou, contou a situação ao amado Deus, disse que eles se encontravam ali por causa da Sua obra e que Ele, por favor, ajudasse, e terminou a oração com “Amém”. E o tradutor/intérprete também disse “Amém”. Então o motor foi acionado, a marcha engatada e conseguiu-se dar marcha à ré, como se tudo tivesse sido brincadeira.

O tradutor/intérprete ficou visivelmente surpreso.

Dessa forma conseguiram sair da rua estreita e depois viraram. Nesse instante, o Apóstolo parou na beira da estrada. Então ele, em conversa com o tradutor/intérprete, lhe disse que não sabia por onde deveria começar. O que ele deveria fazer para encontrar alguém, com quem pudesse conversar sobre sua missão. Não havia placas indicativas com nomes nas portas, todas as casas só possuíam numeração.

Ao pensar alto sobre “o que deveria fazer” – o tradutor/intérprete disse ao Apóstolo – (lembrando mais uma vez que o tradutor/intérprete era ateísta!): “Ore!”

Esta sugestão foi colocada em prática imediatamente.

Quando a oração havia terminado, a porta de uma das casas em frente de onde estavam se abriu, e um homem se dirigiu à van.

Essa pessoa perguntou ao Apóstolo e ao tradutor/intérprete o que eles estavam fazendo ali. Ele sentiu-se atraído e por isso tinha aberto a porta para se dirigir a eles e conversar com ambos. Dentro do carro, o Apóstolo e o tradutor/intérprete ficaram muito felizes e estavam surpresos.

O Apóstolo usou a oportunidade para conversar com esse homem e trazer-lhe o seu conteúdo. O homem convidou-os para entrar em sua casa, porque era seu aniversário e nenhum dos convidados havia vindo, entre os parentes tinha havido algumas desavenças. Assim festejaram a três o seu aniversário.

Nesse momento o Apóstolo usou a ocasião para por a sua missão em prática. O homem ouviu tudo com muita calma e disse depois: “Sabe, minha esposa é professora aqui na vila e conhece muitas pessoas. Volte em dois meses e convidaremos muitas pessoas e eu colocarei meu espaço à sua disposição para que o senhor possa realizar um Serviço Divino!”

Finalizando, o Apóstolo Homburg relatou que as coisas tinham se desenvolvido positivamente, da forma como está descrito no início desse relato.  Aquele homem, com quem tinham festejado o aniversário, tinha se tornado o dirigente daquela comunidade.

Ah – e por falar no tradutor/intérprete, o ateísta daquela época, hoje é diácono naquela comunidade.

Berge/FZ

 

Eu amo Jesus 

 ... é por isso que colaboro e ajudo dentro e fora da congregação.


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